sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

DESEJOS PARA 2012

Escrevo para o céu de minha alma
Solicitando às estrelas que brilhem
Nos corações dos meus amigos
Neste novo ano que se inicia.

Desejo que brilhem nas noites frias
E que façam companhia
Embelezando os corações solitários
Nas madrugadas sem fim...

Desejo que embelezem o infinito
Do pensamento dos homens
Que caminham diariamente
Em busca de paz, alegria e esperanças

Desejo que dentro de cada um
Haja sempre saúde e força
Para se realizarem em seus sonhos
Na adolescência de sua aurora.

Desejo que cada alma esteja descansada
No crepúsculo de cada dia
E aquecida com calor de cada abraço
Para agradecer pelo dom da vida.

Desejo, ainda, repouso no leito de cada amizade
Desejo que todos sejam felizes.
Que haja tempo para ouvir, sorrir e brincar
Que haja festa na chegada e
Bons fluídos na despedida

Desejo que o ano seja:
Novo na forma de pensar
Alegre na forma de viver
Melhor na forma de agir.

E que haja muito amor nos corações.

Cristiano Oliveira



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

TOQUES NATALINOS

Celebração do Natal – A ceia do Amor e da Partilha.


Hoje é Natal! Na ceia natalina não pode faltar alimento para os nossos irmãos e irmãs. Deus partilha o seu amor conosco e nos convida a participar do banquete da alegria, da vida, do pão e da partilha.


A docilidade de Deus nos aproxima cada vez mais da mesa do Natal, pois Ele vem para habitar no meio de nós para nos salvar.


O espírito natalino irmana todos e todas para a partilha dos bens materiais e espirituais. Na comunidade dos primeiros discípulos “Todos os que tinham abraçado a fé (...) dia após dia, unânimes, frequentavam assiduamente o Templo e partiam o pão pelas casas, tomando o alimento com alegria e simplicidade de coração". (At, 2, 44-46). Não havia necessitados entre aqueles que acreditavam no Cristo Ressuscitado.


A magia do Natal conforta os homens aproximando-os uns dos outros. A logística de Deus é diferente da nossa. Deus é doação, por isso reparte sempre. Deus age na partilha do pão!


Façamos os gestos de amor e partilha com aqueles que nada têm. Pra muitos falta até mesmo um pedaço de pão. Para outros, sobra muito mais do que migalhas, sobra o supérfluo. Não adianta fartura na nossa mesa se não for farto o nosso coração de amor, alegria, amizade, bondade e de todos os outros gestos de solidariedade.


Aos toques das baladas dos sinos de Belém refletimos sobre FAMÍLIA, ACOLHIDA, HUMILDADE, ALEGRIA, AMOR, MARIA E PARTILHA, com esperança de que, o Menino Jesus nos abençoe.

Feliz e santo Natal para você e toda a sua família! Ele está no meio de nós!

TOQUES NATALINOS

Maria, Mãe de Jesus – O amor cuidadoso de Maria

Aos sábados, a Igreja dedica sua liturgia à pessoa de Maria. Cantemos os louvores àquela que foi proclamada: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre” (Lc 1, 42).

Maria é a mãe de Jesus, e como mãe não deixa o Filho sem os devidos cuidados. Se acompanharmos os poucos relatos bíblicos da infância de Jesus encontraremos sinais da dedicação maternal de Maria. Cuidar é permitir que o outro tenha segurança e proteção. Maria cuidou com amor de mãe. Ela proveu, zelou e amou. Tudo porque creu em Deus.


A Igreja não esquece aquela que dedicou o amor, a oração com exemplo e humildade à missão de Jesus. Maria é a mãe do Salvador e Nossa Mãe. Todos os filhos nascem de uma mãe. E Jesus, enquanto humano, não ficou alheio a esta graça. Ele teve Maria por Mãe e aos pés da cruz confirmou o legado maternal de Maria à humanidade; “Mulher eis ai o teu filho” (Jo, 19, 26). Esta entrega confirma o cuidado missionário de Maria.


Pe. Zezinho canta a vocação de Maria, dizendo que: “Em cada mulher que a terra criou / Um traço de Deus Maria deixou/ Um sonho de Mãe Maria plantou / Pro mundo encontrar a paz/ Maria que fez o Cristo falar / Maria que fez Jesus caminhar / Maria que só viveu pra seu Deus / Maria do povo meu!”

Santa Maria Mãe Deus, roga pelos filhos e filhas do nosso Brasil. Conceda um Natal em família, e que cada um de nós, aos espelharmos em Sua dedicação maternal, possa cuidar mais uns dos outros.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

TOQUES NATALINOS

5. Nas mãos de Deus – A afabilidade da acolhida.

A poucos dias do Natal, somos convidados a refletir sobre o amor de Deus que vem ao nosso encontro, para nos fazer felizes e mais humanos. A disponibilidade de Deus em humanizar-se é o gesto mais sublime do seu amor para conosco.



Segundo o Evangelho de São João “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).




O amor de Deus nos afaga, nos momentos mais difíceis de nossa caminhada. Deus é Amor! Ele nos ama incondicionalmente e sem reservas. Nunca exige nada em troca, por nos amar. A afabilidade e a doçura de Deus originam-se da sua benevolência, porque Deus é bom. Deus é pai bondoso e seu amor nos aconchega em todas as nossas necessidades.




Só podemos amar, porque primeiro fomos amados por Deus. Ele utiliza-se da pedagogia da misericórdia para nos ensinar o caminho do perdão. Celebrar o natal é participar do ato bondoso do Pai que nos quer reconciliar em seu aconchego de amor.




No abraço de acolhida, Deus perscruta o nosso interior, curando todas as nossas feridas e mostrando o caminho da reconciliação com o próximo. “Se nos amarmos uns aos outros, Deus está em nós, e o seu Amor em nós é levado à perfeição.” (1 Jo, 4, 12) Natal é tempo de perdão. Tempo de Amar e de recomeçar. Momento propício para fazermos uma revisão interior e, com bons propósitos seguir em frente.




Deus caminha conosco! No desterro de nossa alma, Ele nos conduz à Fonte da Vida!



Cristiano Oliveira

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

TOQUES NATALINOS

4. Belém – O lar da alegria.

Belém é aqui. Aqui é Belém. Em Belém Deus faz o seu primeiro lar acolhido pelos pastores na estrebaria. Jesus nasce de Maria para alegrar a humanidade.
Há um poema que se chama gruta de Belém onde se diz que: “Não era um palácio orgulhoso e justo que Ele escolheu para sua primeira casa”. Belém é a casa do Menino-Deus. Belém significa “Casa do pão”, pão este depois anunciado pelo próprio Jesus: “Eu sou o Pão vivo descido do céu” (Jo, 6, 51). Diz as Sagradas Escrituras que não havia lugar para eles (Maria e José). Jesus nasce num estábulo e é acolhido numa manjedoura. Vem para nos trazer a alegria.
O lar de Belém é o lugar onde se anuncia: “uma grande alegria, que será para todo o povo.” (Lc 2, 11). Alegria esta, que faz bem para alma. Acalenta os corações nos momentos de fraqueza, de tristeza e de solidão.
Acolher Jesus, pão da vida, é permite que nosso lar, nossa casa tenha sempre o pão necessário para todos; o pão da alegria! Natal sem Belém é natal sem Jesus. Natal sem Jesus é apenas consumismo e capitalismo. Se não acolhermos o Menino Deus, vazio é o nosso Natal.
Ao prepararmos a nossa casa para a celebração do Natal, preparemos, primeiramente, para ser um pequeno espaço de Belém. Que haja ao menos uma manjedoura e nela que haja espaço para Jesus nascer e trazer a verdadeira alegria aos nossos corações.
Vamos nos alegrar neste natal com a visita dos nossos familiares e amigos em busca da alegria que cura e faz bem para o coração. Que nossa casa seja um lar para o Menino Jesus.
Cristiano Oliveira

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

TOQUES NATALINOS

3. O Presépio – lugar da simplicidade e humildade

O que nos mostra o presépio? Uma montagem pra recordar o nascimento de menino Jesus, feito por São Francisco de Assis em 1223, homem de humildade e pobreza, o presépio é o lugar do encontro de Deus com a humanidade.

O menino Jesus é o centro. À sua volta José e Maria, e na contemplação da Luz da vida, os pastores e animais que moravam na estrebaria.

Figura simbólica do Natal, o presépio, com suas personagens e símbolos representa a simplicidade da chegada de Deus, Verbo que se encarna para trazer a nós a Salvação e a Vida. Jesus, na sua infinita humildade nos diz que não veio para ser servido, mas para servir. “Porque a humildade é a essência da vida”.

Todos nós somos convidados a montar o nosso presépio neste tempo natalino. Primeiramente, colocando Jesus como centro de nossa vida. Convidando Maria e José para trazer Jesus para nós e fazer morada em nossa casa. Trazer a presença dos anjos para anunciar a Boa Nova de Jesus e boas energias para 2012. Trazer a estrela de Belém para iluminar o nosso pensamento, para os bons atos de amor e fé. Nas figuras, dos pastores e dos animais, a simplicidade daqueles que transitaram e transitam o nosso caminho, principalmente os nossos amigos. Estes devem estar em nosso presépio.

Natal! Momento de montarmos o nosso presépio pessoal. Precisamos trazer a simplicidade e humildade, para a celebração do momento mais sublime do mundo e anunciar aos cantos do universo: “Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus" (Mateus 5:3).

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

TOQUES NATALINOS

2. Rosto humano de Deus – No outro, a face de Deus

No Menino Jesus, Deus manifesta o seu rosto humano. Ele esta no meio de Nós. Emanuel, Deus Conosco!
O rosto de Deus só pode ser contemplado na pessoa da sua mais bela criação - os homens. Ninguém consegue ver a Deus se não consegue ver o rosto do outro. A celebração do Natal nos remete a um tempo forte e de grande expectativa. Para muitos a mesa farta, com comidas, bebida, festas e alegria resume toda a essência do natal. Mas, não é tudo isso. Natal é tempo de desprendimento, de partilha, silêncio e oração.

Desprendimento de tudo que é supérfluo; Partilha para com aqueles que pouco tem ou nada tem; Silêncio, para escutar o som da noite iluminada, que anuncia “Glória a Deus no mais dos céus e na terra paz aos homens” (Lc 2, 14) e a Oração para comungarem do espírito de fé que une a todos nós, em uma celebração de vida, de doação e agradecimento. Deus se faz humilde na simplicidade da manjedoura pra que todos nós possamos se assemelhar a Ele.

Acolhamos com abnegação todos os irmãos e irmãs sofredores, solitários, carentes, simples, sem lar, sem comida, sem teto, enfermos, abandonados, os menores, os fracos. Nestes é que Jesus se faz presente. "Quem acolhe o menor a mim acolhe" (Mc 9, 37).

Perguntaram a Jesus: “Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver-te?” (Mt 25, 37-39). Jesus respondeu: “Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes.” (Mt 25, 40).

Que possamos acolher o rosto de Deus na pessoa de cada um que transita pela nossa vida, proporcionando um Natal tão divino, quanto humano.

Cristiano Oliveira

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

TOQUES NATALINOS

1. Família de Nazaré – Família – lugar de oração.

A presença da Sagrada Família na celebração de Natal vai além do mistério divino que circunda a família de Jesus. A família de Nazaré, que se constitui com o nascimento de Jesus Cristo simboliza o modelo de família.

O lar é o lugar onde se pratica o respeito, a partilha, os valores e a oração. Natal em família! Esta é a preparação das novenas, em preparação a grande festa cristã. O símbolo da família de Nazaré está no símbolo do Amor de Pai e Amor de Mãe que se complementam na constituição da família divina. Na família, há a responsabilidade de educar os filhos assegurando-lhes os princípios divinos e constitucionais. João Paulo II disse que "a família é base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem pela primeira vez os valores que lhes guiam durante toda sua vida."

Estes valores, brotados no seio familiar é que asseguram a prática do amor, do perdão, configurando um sentido de união e proteção que só acontece na dimensão de família. João Paulo II, o querido Papa da paz afirmou, ainda, que “a família está convocada a ser templo, ou seja, casa de oração: uma oração singela, cheia de esforço e ternura. Uma oração que se faz vida, para que toda a vida se converta em oração."

Roguemos à Família de Nazaré para que nossas famílias se espelhem nos gestos de amor e de fé que conduziram à manifestação do Amor de Deus entre Nós. Que em cada família reine a confiança, a fidelidade, o respeito mútuo, para que o amor se fortifique e nos una cada vez mais neste natal.

Jesus, Maria e José Minha família vossa é!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Cora Coralina


Artigo sobre CORA CORALINA.

O presente artigo busca a análise da posição-sujeito assumida por Cora Coralina, na Obra Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais. Através de conceitos da Análise de Discurso fundamentou-se o conceito de lugar para falar da presença da mulher e a forma como essa linguagem apresenta o mundo e atua sobre ele. Interessou-nos a investigação dessa linguagem, que possibilitou a Cora Coralina reconstruir sua história, sua sociedade e sua cultura, como mulher, esposa, agricultora e poetisa. Através de seu tempo e de seus lugares discursivos, suas vozes ecoaram em favor de muitos, principalmente os mais fracos de sua sociedade.


O meu agradecimento ao prof. Clovis Britto e a revista Hispanista pela confiança, incentivo e por acreditarem em mim.

Acesse:
http://www.hispanista.com.br/artigos%20autores%20e%20pdfs/artigo355.htm

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

É necessário redimensionar a caminhada.


Tudo tem um tempo,
e neste tempo acontece

aquilo que se faz necessário.

Mesmo que venha um rigoroso inverno,

O tempo do rigor passará e ai,

virá a beleza das flores,

o perfume da vida,

a sonoridade dos pássaros,
e a fartura dos frutos...


sábado, 3 de dezembro de 2011

Rubem Alves

O Tempo e as jabuticabas


Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para frente do que já vivi até agora. Tenho mais passado do que futuro.
Rubem Alves


Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticabas. As primeiras, ele chupou displicente mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço...

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades. Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados. Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.

Já não tenho tempo para conversas intermináveis. Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas que, apesar da idade cronológica, são imaturas.

Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral. As pessoas não debatem conteúdos apenas os rótulos. Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos quero a essência, minha alma tem pressa.

Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora e não foge de sua mortalidade.

Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade. O essencial faz a vida valer a pena e para mim basta o essencial.


domingo, 20 de novembro de 2011

Moros y Cristianos


Receita de origem cubana, muito gostosa, diferente, um soco na mesmice da cozinha.

250 g de carne seca
1 xícara de chá de feijão fradinho
200 g de bacon
1 cebola
2 dentes de alho
4 xícaras de chá de arroz
1 folha de louro
200 g de queijo coalho
Sal e pimenta dedo-de-moça
Salsinha picada
1 linguiça calabresa
Em tigelas distintas, coloque a carne seca e o feijão de molho em água no dia anterior
Troque a água da carne seca 3 vezes
No dia seguinte cozinhe o feijão e a carne seca cortada em cubos
Em uma panela frite o bacon
Acrescente a cebola, alho e o arroz para refogar
Junte o feijão fradinho e a carne seca e cubra com água
Adicione o louro e deixe a água secar
Acrescente cubos de queijo coalho e tempere com sal e pimenta
Quando o arroz estiver cozido acrescente salsinha
Em outra panela, cozinhe a calabresa cortada em rodelas
Adicione a calabresa à receita e deixe cozinhar por mais alguns minutos
Porção para 6 pessoas
Acompanha cervejas

Fonte: http://cozinhapossivel.blogspot.com

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Escola Mágica

Há uma escola, aonde não falta magia
Todos os dias têm brincadeiras e festas
As crianças brincam com alegria
Nas rodas da ciranda como uma orquestra

Nesta escola, ainda tem esperança
De educar com amor profundo
Pois no olhar sereno de cada criança
Descobre-se um novo mundo

A magia está presente
Não só no professor
Que faz a mágica contente
Com a cartola do amor

O encantamento é despertado
No sorriso da criança
Todo ensino é ministrado
Respeitando sua infância.

Esta escola, sim existe
Assim, nós a queremos
O sonho que aqui persiste
É o mundo que sonhamos...

Prof. Cristiano José de Oliveira
Secretaria Municipal de Educação

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Creio na Vida Eterna!

"Os que morrem na paz e na amizade de Cristo e os que forem totalmente purificados de suas culpas “vivem para sempre em Cristo” (1 Ts 2, 13-17).

Viver para sempre com Cristo é o que professamos na oração do Credo, quando dizemos que cremos na vida eterna. Celebrar o dia de finados... é render memória aos nossos entes queridos, que conviveram conosco, fizeram história, foram importantes na nossa caminhada e partiram para a morada de Deus. Esta certeza cristã, vivida no mistério da fé, acalenta o coração humano, quando a separação acontece com a chegada da morte.

Morrer não significa o fim de tudo. A carne, o que padece, volta ao pó como se originou, mas o espírito volta para Deus. "E o pó volte a terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu." (Ecl. 12,7). A ideia de volta retoma a ideia de caminho, ida e volta,

Caminheiros... somos todos neste mundo. Caminhando transitamos na pequena passagem terrena. Sendo assim tudo acaba, enquanto seres humanos, feito de carne, meros mortais. Mas o espírito dado por Deus volta ao coração de Deus, para viver plenamente na eternidade.

O tempo de cada um de nós pertence a Deus, Criador de todas as coisas. À criação é concedida a missão de cuidar das coisas da Terra, inclusive do homem, imagem e semelhança do criador.

O cuidado é repleto de amor e carinho, por isso choramos pela partida daqueles que amamos. Sentimos saudades, ficamos às vezes revoltados com Deus, principalmente, quando não queremos aceitar a morte. Fato é que não fomos preparados na vida para termos perdas. Perder pode até parecer um fracasso, mas para Deus deve significar esperança.

Bonito o nome da Pastoral das Exéquias ou Pastoral da Esperança. Pessoas, que consolam e transmite o amor de Deus que de braços abertos acolhe cada filho, cada filha na hora da morte.

O que fica pra nós neste dia é a esperança de que, em Deus, todos nós cristãos viveremos eternamente. Sentir saudade é um sentimento humano. Chorar expressa a saudade, o amor. Se até Cristo chorou à morte de Lázaro, porque não chorarmos pelos nossos irmãos e irmãs, amigos e entes queridos. Como diz a bela canção do diácono Nelsinho: “Só se tem saudade do que é bom. Se chorei de saudade não foi por fraqueza. Foi porque amei.”"

Cristiano Oliveira
Postado no Facebook da Paróquia de Fátima - Pouso Alegre
http://www.facebook.com/#!/profile.php?id=100002921480384

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Passagem


Passa-se o tempo
como o passageiro
tenta passar na
pinguela improvisada

ligeiramente...




Passa-se para a morte

Finados, fim da terra

início do que se crê.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Avessos

O que será de mim
ao fim desta travessia
no crepúsculo do dia
tudo o que eu tiver feito
não restar outro jeito
a não ser a melancolia

O que será da melancolia
Quando não tiver outro jeito
Depois de tudo que eu tiver feito
No crepúsculo do dia
Alcançar a travessia
Aí sim
Ela terá que sorrir pra mim

Crisjoli Fingal

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Sonho de professor



A base de toda conquista é o professor.
A fonte da sabedoria, um bom professor.
Em cada descoberta, cada invenção.
Todo bom começo tem um bom professor.

No trilho de uma ferrovia, um bom professor.
No bisturi da cirurgia, um bom professor.
No tijolo da olaria, no arranque do motor.
Tudo que se cria tem um bom professor.

No sonho que se realiza, um bom professor.
Cada nova ideia tem um professor.
O que se aprende e o que se ensina, um professor.
Uma lição de vida, uma lição de amor.

Na nota de uma partitura.
No projeto de arquitetura.
Em toda teoria.
Em tudo que se inicia.
Todo bom começo tem um bom professor.
Tem um bom professor.

Autor desconhecido

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Cio da estação




Que chegue a nova estação!

Por algum tempo fiquei distante daqui, por falta de tempo ou por não curtir o tempo. A estação vai partindo e a primavera vem bailando, linda nos galhos esverdeados das árvores. Os pássaros começam a cantar mais e a melodia é inconfundível: a alegria de um tempo de flores, beleza, criação e perfume.

Cantam os poetas a beleza dos dias ensolarados, com céu azul e crespúsculo alaranjado.

As matas ficam mais agitadas com as orquestras dos pássaros. Todos estão a enamorar, e nós ficamos entusiasmados com tanta alegria, beleza e magia. Cantam a vida, os apaixonados por ela!

Primavera, estação de muita beleza.

Da janela do meu trabalho a árvore que contemplo está toda esverdeada e com suas flores amarelas. Parece um pedaço do meu Brasil - verde/amarelo.

Cantemos o sexo da criação, pois agora as flores se multiplicam os perfumes em seus pólens. É a fragância sedutora que invande nossos pensamentos deixando-nos mais apaixonadas.

Creio que a sedução da vida é o grande cio que todos sentimos quando estamos apaixonados.

Que nossos próximos dias sejam de acasalamento com a natureza.

Crisjoli Fingal

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Prece a um amigo




Senhor, Deus da amizade,

Vele por meu amigo que neste momento mora tão longe da minha casa, mas bem dentro do meu coração.

Conceda a ele, neste momento e sempre, as coisas mais bonitas da vida.

Deixe que ele se sinta seguro ao pensar que pode confiar em mim.

Que seus sonhos possam se concretizar a cada momento, pois eu daqui de casa, estou torcendo muito por ele e pela sua felicidade.

Quero que ele saiba que meus ouvidos sempre serão oportunidade e refrigério para seus lamentos.

Que meus braços sempre estarão abertos e dispostos a abraçá-lo e confortá-lo, sobretudo, nos momentos de suas fraquezas e solidão.

Permita que ele tenha saudades de mim, para que, assim, possa sentir saudades de nossa amizade e dos momentos felizes que já tivemos.

Senhor, que meu amigo tenha coragem de caminhar e seguir em frente, mesmo estando cansadinho, pois, à frente há sempre uma nova oportunidade.

O que eu mais desejo para ele é sua felicidade e de toda a sua família, pois ele é minha maior riqueza!

"Um amigo fiel é uma poderosa proteção: quem o achou descobriu um tesouro” Eclo 6,14

Cristiano oliveira

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Saudade

Só se tem saudade do que é bom,
Se chorei de saudade não foi por fraqueza,
Foi porque amei.

E se eu amei, quem vai me condenar?
Se eu chorei, quem vai me criticar?

Só quem não amou, quem não chorou,
Quem se esqueceu que é um ser humano,
Quem não viveu, quem não sofreu,
Só quem já morreu... e se esqueceu de deitar

Composição: Diácono Nelsinho Corrêa

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Faz frio por aqui.




Faz frio por onde ando
Procuro o tempo todo me agasalhar
Buscando o calor para o meu corpo.

Não basta a caneca de chocolate
Nem os minutos ao sol,
Falta o calor do abraço.
O aperto da mão.
O estar juntinho.

O inverno da estação
nas tardes geladas.
Manhãs de geadas.
Exige um pouco mais de aquecimento

Quero me aquecer no calor dos lábios
Nos segredos dos cobertores
Sem medo e sem pudores

Quero saídas para este tempo gélido
Quero saídas para o sol
Quero saídas para o calor.

Faz frio do lado de cá.
Mas meu corpo pega fogo
Quando busco saídas para
Combater a estação dos amores.

Crisjoli Fingal

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Folhas de Outono



O tempo vai se esfriando
com tardes mais curtas
dias ensolarados de céu azul
ventos... frio...

As árvores vão cedendo suas folhas
ficando nuas...
é a metamorfose da natureza que vai
contemplando o ciclo de mais uma estação

É o tempo das folhas caírem
Nada cai fora do tempo.

A vida também é assim:
O tempo é o remédio para todos as dores
Nada acontece fora do ciclo natural.

Quem avança os períodos da natureza
atropela o espaço que cada coisa necessita

Tudo tem um tempo, e neste tempo acontece
aquilo que se faz necessário.
mesmo que venha um rigoroso inverno.
O tempo do rigor passará
e ai, virá a beleza das flores.
o perfume da vida...
a sonoridade dos pássaros
e a fartura dos frutos.

Tudo tem sua estação!
o tempo...
o ciclo...
a hora certa de acontecer.

A gente precisa do silêncio
da paragem da vida
para observar o belo e o essencial

Por isso devemos amar
no tempo que nos é oferecido
e permitido.
Amar nas folhagens de cada outono.

Crisjoli Fingal

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Nossa Senhora do Magníficat

Dia 31 de Maio - Dia de Nossa Senhora do Magníficat




O canto do Magnificat, entoado nos lábios de Maria, Mãe de Jesus, é uma bela profecia do amor de Deus para com a humanidade. A presença de simplicidade, humildade e pobreza ecoa como oração. Maria canta os pobres e famintos dos tempos de fartura, mas que passam a fome da justiça e do pão. Maria denuncia os poderes dos ricos que escravizam, massacram e matam, injustamente os mais fracos.



Maria, Mãe de Jesus é uma figura libertária, poetisa, simples e solidária. Mulher de solidariedade, Mulher de abnegação.



O Magnificat é um profetismo dos tempos da Encarnação do Verbo que se atualiza nos tempos modernos. Maria viu os desafios dos tempos e sua presença maternal entre os pobres eterniza sua subida às montanhas a uma cidade de Judá, para cuidar de sua prima Isabel e ajudar nos afazeres da casa.



Esta visita é marcada do "Shalom", saudação de acolhimento, alegria e paz. O que Maria representa a partir do Magníficat é um gesto de cuidado, alteridade, humanismo e, sobretudo, respeito e amor ao próximo. E prova de amor maior de que servir, não há.



A beleza do Magníficat ultrapassa a teologia e o dado bíblico, pois em Maria temos toda a leitura da indiferença do mundo egoísta. O Magnificat é o tranporte das maravilhas de Deus na vida humana, e estas manifestações de gozo são fecundas quando estamos diante do outro e temos a capacidade e a disponibilidade em serví-lo



Cristiano Oliveira



MAGNIFICAT



A minh'alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegrou em Deus meu Salvador
Pois Ele me contemplou na humildade da sua serva
Pois desde agora e para sempre me considerarão bem-aventurada
Pois o Poderoso me fez grandes coisas

Santo é Seu nome!

A Sua misericórdia se estende a toda a geração daqueles que o temem
Com o Seu braço agiu mui valorosamente
Dispersou os que no coração tem pensamentos soberbos
Derrubou dos seus tronos os poderosos

Exaltou os humildes, encheu de bens os famintos
despediu vazios os ricos
Amparou a Israel Seu servo para lembrar-se da Sua misericórdia
A favor de Abraão e sua descendência
Como havia falado a nossos pais.


TEXTO EM GREGO



Μεγαλύνει ἡ ψυχή μου τὸν Κύριον καὶ ἠγαλλίασε τὸ πνεῦμά μου ἐπὶ τῷ Θεῷ τῷ σωτῆρί μου,
ὅτι ἐπέβλεψεν ἐπὶ τὴν ταπείνωσιν τῆς δούλης αὐτοῦ. ἰδοὺ γὰρ ἀπὸ τοῦ νῦν μακαριοῦσί με πᾶσαι αἱ γενεαί.
ὅτι ἐποίησέ μοι μεγαλεῖα ὁ δυνατός καὶ ἅγιον τὸ ὄνομα αὐτοῦ, καὶ τὸ ἔλεος αὐτοῦ εἰς γενεὰς γενεῶν τοῖς φοβουμένοις αὐτόν.
Ἐποίησε κράτος ἐν βραχίονι αὐτοῦ, διεσκόρπισεν ὑπερηφάνους διανοίᾳ καρδίας αὐτῶν·
καθεῖλε δυνάστας ἀπὸ θρόνων καὶ ὕψωσε ταπεινούς, πεινῶντας ἐνέπλησεν ἀγαθῶν καὶ πλουτοῦντας ἐξαπέστειλε κενούς.
ἀντελάβετο Ἰσραὴλ παιδὸς αὐτοῦ, μνησθῆναι ἐλέους, καθὼς ἐλάλησε πρὸς τοὺς πατέρας ἡμῶν, τῷ Ἀβραὰμ καὶ τῷ σπέρματι αὐτοῦ εἰς τὸν αἰῶνα.









segunda-feira, 23 de maio de 2011

Bem Aventurada Dulce dos Pobres



O povo do Brasil emocionou-se neste último domingo (22) com o reconhecimento canônico de Maria Rita de Sousa Brito Lopes, Irmã Dulce, como bem aventurada. Com os aplausos, choros, alegria, fé e devoção o povo rezou e conclamou a "santidade" da serva dos pobres.
Os atos de caridade de Irmã Dulce são momentos de bênçãos para o povo brasileiro. As virtudes cristãs vividas e testemunhandas por uma mulher frágil fisicamente, mas forte na fé nos mostram que os caminhos do bem passam-se pela simplicidade, abnegação e humildade. As coisas acontecem verdadeiramente, a partir do momento que se coloca em primeiro lugar a pessoa do outro. Amar, acolher, respeitar a pessoa humana é atitude de ser humano. Nós podemos olhar a vida de Irmã Dulce nas alturas dos altares, mas, sobretudo, espelhar nos gestos concretos de entrega, serviço e oração. Estes passos fazem a diferença.
Interessante foi vermos a presença de tantos políticos rezando e participando socialmente, com milhares de devotos cristãos.
Pena que muitos deles são apenas da aparência, do status e não assumem os exemplos de vida que transformam vidas, para suas vidas.
Se tivermos mais gestos do que palavras, teríamos, como certeza, um país de transformação não somente social e econômica, mas de testemunho humano, ético e de muitos valores.
Irmã Dulce disse que "só com amor, fé e dedicação é possível transformar a realidade em que vivemos".
Oxalá ouvíssemos hoje a voz do Amor e buscássemos transformar a realidade do mundo em que nós vivemos.

Irmã Dulce intercedei por nós!

Cristiano Oliveira

quinta-feira, 12 de maio de 2011

8º Congresso de Iniciação Científica

Dia 18 de Maio - 21h00 – O LUGAR DE ONDE FALA CORA CORALINA NA OBRA: “POEMAS DOS BECOS DE GOIÁS E ESTÓRIAS MAIS

Cristiano José de Oliveira
Orientadora - Profª Drª Mirian dos Santos

Univás promove 8º Congresso de Iniciação Científica
A Universidade do Vale do Sapucaí (Univás) realizará nos dias 17 e 18
de maio, o 8º Congresso de Iniciação Científica
que este ano debaterá sobre "Qualidade em Pesquisa e Desenvolvimento Social", com a presença de pesquisadores de diversas instituições de ensino superior de Pouso Alegre e região.

A solenidade de abertura acontecerá no anfiteatro da unidade Central, a partir das 19h. A primeira conferência será sobre "Qualidade em Pesquisa e Carreira Acadêmica", ministrada pelo professor Fábio Herbst Florenzano, da Universidade Federal de Alfenas. Na sequência o tema será "Pesquisa e Desenvolvimento Social", apresentado pelo professor Osmar Aleixo Rodrigues Filho, membro da Secretaria de Ciências, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais.

Já no dia 18 de maio, as atividades acontecerão no prédio das Administrações na unidade Fátima da Univás. Este ano, o Congresso de Iniciação Científica da Univás promoverá pela primeira vez oficinas para os alunos de graduação e pós-graduação da Univás, no período de 18h40 às 20h.

Os temas serão: "Qualidade em pesquisa: o sistema Qualis/CAPES" , conduzida pelo professor Francisco Eduardo de Carvalho Costa, doutor em Biotecnologia pela Universidade de São Paulo, docente do curso de Ciências Biológicas da Univás; "Ética em pesquisa - princípios e funcionamento", apresentado pelo professor José Vítor da Silva, doutor em Enfermagem, docente do curso de Enfermagem da Univás; "Os Programas de Pesquisa PROBIC, PIBIC, PIVIC e BIC-JR na Univás" ; ministrada pelo professor Manoel Araújo Teixeira, doutor em Biotecnologia, docente do curso de Ciências Biológicas da Univás.

Haverá também as oficinas: "Qualidade e metodologia da pesquisa científica" , apresentado pelo professor João Baptista de Almeida Junior, doutor em Educação, docente do Mestrado em Ciências da Linguagem da Univás; "A elaboração do artigo científico (Ciências Humanas)" , conduzida pela professora Mirian dos Santos, doutora em Comunicação e Semiótica, docente do Mestrado em Ciências da Linguagem da Univás; "A elaboração do artigo científico (Ciências da Saúde)" ministrado pela professora Beatriz Bertolaccini Martinez, doutora em Ciências Médicas e Biológicas, docente do curso de Medicina da Univás.

Acontecerá também a oficina "O Sistema de Curriculum Lattes do Cnpq (preenchimento)" conduzida pelo professor Nelson Lambert de Andrade, mestre em Ciências da Linguagem, coordenador do curso de Ciências Contábeis da Univás e pela professora Neide Pena Cária, mestre em Ciências da Linguagem, coordenadora dos cursos Lato Sensu em Gestão Educacional da Univás, que será realizada no Laboratório 2 de Informática, no Prédio da Biblioteca da unidade Fátima.

Após as oficinas, às 20h15, terão início as sessões de apresentação das Pesquisas de Iniciação Científica, totalizando mais de 130 trabalhos nas modalidades de pôster e oral.

domingo, 8 de maio de 2011

11ª Feria do Livro da Campanha




A ONG Sebo Cultural dedica a realização da 11ª Feira do Livro aos 184 anos de nascimento do Padre Victor (Francisco de Paula Victor - Servo de Deus), nascido em Campanha/MG em 12 de abril de 1827 e falecido em Três Pontas/MG em 23 de setembro de 1905) e aos 130 anos de nascimento do 2° Bispo Diocesano da Campanha Dom frei Inocêncio Engelke, ofm (1881-1960).
Ginásio Pronoama - Centro - Campanha/MG

Programação:
Dia 12 de maio (Quinta-feira)
14h00 - Início
Exposição e vendas de livros a partir de R$ 1,00
Exposição e vendas de livros espiritas
Intervenções literárias com Geraldo Nogueira e convidados
22h00 - Encerramento

Dia 13 de maio (Sexta-feira)
09h00 - Início
Exposição e vendas de livros a partir de R$ 1,00
Exposição e vendas de livros espiritas
Intervenções literárias com Geraldo Nogueira e convidados
19h00 - Apresentação do Grupo Folclórico Dom Inocêncio
19h45 - Abertura oficial da 11ª FLIC
Convidados: Padre Daniel Menezes Fernandes que irá falar sobre "O Ministério Episcopal de Dom Inocêncio Engelke: um projeto na Igreja particular da Campanha" ................. que irá falar sobre Padre Victor (Francisco de Paula Victor - Servo de Deus)
20h30 - Noite de Autógrafos
20h45 - Apresentação de Slide Show "Demasiadamente urbano" produzido pelo fotógrafo João Paulo Borges
22h00 - Encerramento

Dia 14 de maio (Sábado)14h00 - Início
Exposição e vendas de livros a partir de R$ 1,00
Exposição e vendas de livros espiritas
Intervenções literárias com Geraldo Nogueira e convidados
16h00 - Reunião da Família Arantes
21h00 - Encerramento

Dia 15 de maio (Domingo)12h00 - Início
Exposição e vendas de livros a partir de R$ 1,00
Exposição e vendas de livros espíritas
18h00 - Encerramento

E ainda:
Estandes da Editora Nova República (Divinópolis/MG)
Estandes da ONG Sebo Cultural (Campanha/MG)
Estandes do Gefromp – Livros Espíritas (Campanha/MG)
Tenda do Pronoama – Trabalhos artesanais
Tenda de divulgação Circuito Turístico Caminho Nhá Chica e Padre Victor
Tenda da Secretaria Municipal de Saúde e Meio Ambiente
Solar dos Querubins
Banco de Cadeira de Rodas (ONG Sebo Cultural)
Cantina do Baiano
Exposição e vendas de discos Vinil
Brinquedoteca
e visitas aos Museus e Bibliotecas da cidade.

Fonte: http://flic-feiradolivrodecampanhamg.blogspot.com/

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Feliz dia das Mães

MÃE, AMOR ETERNO!

Lembro com carinho e emoção dos tempos em que minha barriga crescia
Você dentro dela mexia, tinha certeza de que a vida aqui fora você queria
Os meses foram passando... Minha barriga você foi modelando...
A gravidez ficou mais bonita. O último mês chegou!
Era uma tarde de verão! Céu ensolarado.
Você gritou! Você chorou!
Eu abracei você. Beijei seu rosto. Acariciei.
Dei-te carinho. Amei com amor materno
E em meus seios te amamentei
Passei madrugadas de olhos abertos, trocando suas fraldas, te medicando.
Em nenhum instante deixei nada faltar
Lembro dos seus sorrisos de criança. Suas gargalhadas.
Como foram bonitos seus primeiros passos. Aquele dia que você caiu de medo. Chorou muito! Mas, meu amor de mãe te deu confiança. Você repetiu os passos e conseguiu caminhar. Até que um dia você correu. Caminhava para todo lado. Aprendeu a andar de bicicleta. Aprendeu a comer sozinho, a tomar banho sozinho.
Chegou o dia da primeira escola. Mundo novo. Cheio de regrinhas. Limites...
Você aprendeu tudo direitinho e um dia trouxe uma cartinha com a frase: “mamãe eu te amo do fundo do meu coração”. Esta está guardada em uma mala velhinha no armário do quarto.
Você sempre recebia elogios da escola, dos professores. E eu, como “mãezona”, sempre me orgulhava de tudo isso. Isso era o amor.
Lembro-me da sua primeira eucaristia. Dos seus primeiros dias na faculdade. E como foi linda sua formatura. Lembro de tudo, e tudo que me lembro, me faz a mãe mais feliz do mundo.
Filho, meu amado filho. Sou a mãe mais feliz do mundo porque você me permitiu amá-lo com o meu amor eterno.

Crisjoli Fingal

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Paulo Freire



"Conhecer é tarefa de sujeitos, não de objetos. E é como sujeito e somente enquanto sujeito, que o homem pode realmente conhecer." Paulo Freire


Hoje, dia 02 de maio, lembramos de Paulo Freire, instrumento humano que buscou uma aproximação com a pessoa do outro.

Este processo de alteridade permitiu olhar aos pobres e às crianças com um olhar maior. Considerado o ícone do processo de mudança educacional não só no Brasil, Freire ultrapassou os limites da burocracia e da intolerância para fazer uma reflexão social, ética e humanizadora do processo educacional do Brasil.

Lembrando hoje sua morte, neste dia 02 maio, trazemos com veemência sua figura como homem de ética, de visão educacional e busquemos nos espelhar em sua índole para que nosso o país prime pela justiça, liberdade e verdade.

domingo, 1 de maio de 2011

IX Semana e VII Jornada das Licenciaturas Novas tecnologias na sala de aula


IX Semana e VII Jornada das Licenciaturas
09 a 13 de maio de 2011
Local: Salão de eventos – Unidade Fátima
Horário: 19h30

CURSOS
CIÊNCIAS BIOLÓGICAS
HISTÓRIA
LETRAS
MATEMÁTICA
PEDAGOGIA

09 de maio – 19h30
Tema da Semana: Novas Tecnologias na sala de aula
Tema de abertura: O uso das novas tecnologias em sala de aula – palestrante: Valeria Santos Paduan Silva.
Pedagogia V – Educando para preservar a vida do planeta
Pedagogia VII – Filmes como ferramenta de aprendizagem

10 de maio – 19h30
História VII – A propaganda e o ensino de história
História V – Youtube na sala de aula: sujeitos sociais na história
História III – O vídeo game no ensino de história

11 de maio – 19h30
Letras III – Diversão e tecnologia na sala de aula
Letras V – O uso crítico das novas tecnologias em aulas de inglês

12 de maio – 19h30
Ciências Biológicas V - A evolução na educação como auxílio da tecnologia: vantagens na aprendizagem
Ciências Biológicas VII – Educação: uma evolução tecnológica dos recursos didáticos

13 de maio – 19h30
Matemática III e V – Novas tecnologias no ensino e aprendizagem da matemática

Coordenadora do Labes: Marlene Fátima de Castro Toledo

Professores responsáveis:
Ana Eugênia Nunes de Andrade
Ana Rosa Nunes de Andrade
Marlene Fátima de Castro Toledo
Maria Aparecida Baganha Ribeiro
Paulo Cesar Xavier Duarte
Sônia Lúcia Andere Teixeira
Valéria Regina Ayres Motta
Vanilda de Morais

quinta-feira, 28 de abril de 2011

XII SEMANA DE HISTÓRIA



04/05 - quarta-feira
Local: Salão de eventos
Unidade Fátima
19h às 22 h
Abertura Solene
Conferência: Sobre a improriedade de um Brasil colônia e a urgência das revisões historiográficas
Profº Pós–doutor Eduardo França Paiva / UFMG

05/05 - quinta-feira
Local: Salão de eventos
Unidade Fátima
14h às 16h
Oficina I – Paleografia - Profª Ms. Simei Torres / PUC-SP
Oficina II- Brasil Colônia nos livros didáticos
Prof. Esp. Ana Eugênia Nunes de Andrade/ Univás

05/05 - quinta-feira
Local: Salão de eventos
Unidade Fátima

19h às 20h30min
Palestra: Os degredados da Colônia.
Profª Ms. Simei Torres / PUC-SP

05/05 - quinta-feira
Local: Salão de eventos
Unidade Fátima

20h30min às 22h
Coquetel e lançamento de livros
A arte de falar: redescobrindo trajetórias e outras histórias da colônia do Pulador em Anastácio / MS. Dra. Andrea Silva Domingues – Univás
História, Memória e Cotidiano da Rua Comendador José Garcia - Alessandra Mara Rosa de Mello – especialista e egressa do Curso de História - Univás

06/05 – sexta-feira
Ginásio Poliesportivo da Unidade Fátima
20h às 22h
Encerramento oficial

OBS/As inscrições devem ser realizadas no Acervo Institucional na Fafiep, das 12 as 18 horas, de segunda a sexta, com Cristiano ou pelo e-mail: andrea.domingues@gmail.com
Valor da inscrição com jantar: R$ 25,00/sem jantar: R$ 15,00

terça-feira, 26 de abril de 2011

Bate papo na varanda

Sinto falta das nossas conversas mundanas
humanas
profanas
sacanas
rotineiras
medianeiras
bacanas
cotidianas
sem preconceitos
sem granas
conversas do sertão
do campo e do chão
minhas conversas
pela minha visão
pela minha mão
pela minha palavra
pelo meu coração
conversas das varandas
pelos caminhos por onde andas
conversas sem vergonha
de orgulho e de sonhos
de vontades e conquistas
das voltas e das idas
dos horizontes e das longas vistas
amei o quarto!
uma poesia
desestabilizei ela toda hora


Gláucio Chaves e Cristiano Oliveira

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Vitória de Deus




Ressuscitou! Aleluia!


Estamos vivendo a semana da Oitava Pascal. Momento de deixarmos a Luz do Ressuscitado clarear nossos passos.
A Ressurreição, passagem da morte à Vida é o ato pleno do Amor Divino. Deus, em seu Filho Jesus Cristo, assumindo-se plenamente humano, manifesta o seu ser plenamente divino, ressurgindo da morte das coisas inúteis e pequenas.

Trazermos a Luz de Cristo Ressuscitado ao século XXI é refletir sobre os atos que circundam o movimento social, político, econômico e globalizante do mundo.
Deus está vivo no meio de nós. Sua presença de vida pode ser experimentada nos atos humanizantes que respeitam a vida e toda forma existencial que a circunda.
A necessidade de Deus estar vivo entre nós é a nossa necessidade de amor. Deus é Amor e o amor é única forma de construção da pessoa. Sem amor vazia é nossa existência, pois a ausência de afetividade nos incapacita de sermos a civilização do amor.
A Ressurreição de Cristo é a Vitória de Deus em tempos conturbantes e excêntricos, aonde a supremacia do "Eu" tende a ditar fórmulas individualistas.
Peçamos, juntos, aos homens de boa vontade que à Luz da Vida Eterna que ressurge dos atos profundos da pequenez humana, traga ao nosso coração a sensibilidade para partilharmos o pão cotidiano, ceifado com as coisas mais gostosas e belas que realmente nos alimenta; o pão da amizade.

Cristiano Oliveira

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Dança Menina

O rio vai
Vai, coração, desaguar
No mar
Resta a ilusão de chegar
No oceano de sonhos azuis
Que brota em mim

Águas que correm nas veias, no peito levando
A semente do amor
Seiva repleta de vida
Acende a caldeira, a paixão preparou

Pra pulsar, renascer
Faz crescer a florzinha
Ativa, incendeia
Faz tudo girar

A miragem da lua insinua
Uma dança menina
Que o sol ensaiou

Pra provar que o mundo só é mundo
O oceano só é vivo
Se o rio desaguar
Na viagem até seu destino
Coração menino, mensageiro do mar

Lerelerê, lerelerê...

Mensageiro do mar...

Dança Menina (Paula Fernandes)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Semana das Dores


MARIA:
Meditai muitas vezes nas minhas sete dores para consolar meu Coração e crescereis muito na virtude.
Ó almas que sofreis, vinde para perto de meu Coração e aprendei comigo. É junto de meu Coração transpassado de dor que achareis consolação! Mães aflitas, esposas amarguradas, jovens desorientados, meditando nos meus sofrimentos tereis força para atravessardes todas as dificuldades.
Que minhas dores vos comovam o coração, impulsionando-vos para a prática do bem.
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1ª. Dor - Apresentação de meu Filho no templo
Nesta primeira dor veremos como meu coração foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que meu Filho seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendereis nesta dor é a da santa obediência. Sede obedientes aos vossos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.
Quando soube que uma espada Me atravessaria a alma, desde aquele instante experimentei sempre uma grande dor. Olhei para o Céu e disse: 'Em vós confio'. Quem confia em Deus jamais será confundido. Nas vossas penas, nas vossas angústias, confiai em Deus e jamais vos arrependereis dessa confiança.
Quando a obediência vos trouxer qualquer sacrifício, confiando em Deus, a Ele entregai vossas dores e apreensões, sofrendo de bom grado por amor. Obedeçam não por motivos humanos, mas pelo amor Daquele que por vosso amor se fez obediente até a morte de Cruz.
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2ª. Dor - A fuga para o Egito

Amados filhos, quando fugimos para o Egito, foi grande dor saber que desejavam matar meu querido filho, aquele que trazia a salvação! Não me afligi pelas dificuldades em terras longínquas; mas por ver meu filho inocente, perseguido por ser o Redentor.
Almas queridas, quanto sofri neste exílio! Porém tudo suportei com amor e santa alegria por Deus me fazer cooperadora da salvação das almas. Se fui obrigada a este exílio, foi para guardar meu filho, sofrendo provações por aquele que um dia ia ser a chave da mansão da paz. Um dia estas penas serão convertidas em sorrisos e em força para as almas, porque Ele abrirá as portas do Céu!
Amados meus, nas maiores provações pode haver alegria quando se sofre para agradar a Deus e por seu amor. Em terras estranhas, Eu Me rejubilava por poder sofrer com Jesus, meu adorável filho!
Na santa amizade de Jesus e sofrendo tudo por seu amor, não se chama sofrer senão santificar-se! No meio da dor sofrem os infelizes, que vivem longe de Deus, os que estão na sua inimizade. Pobres infelizes, entregam-se ao desespero, porque não têm o conforto da amizade divina, que dá à alma tanta paz e tanta confiança.
Almas que aceitais vossos sofrimentos por amor a Deus, exultai de alegria porque grande é vosso merecimento, se assemelhando a Jesus Crucificado, que tanto sofreu por amor a vossas almas!
Alegrai-vos todos os que, como Eu, sois chamados para longe da vossa pátria defender o vosso Jesus. Grande será a vossa recompensa, pelo vosso SIM à vontade de Deus.
Almas queridas, avante! Aprendei Comigo, a não medir sacrifícios, quando se trata da glória e dos interesses de Jesus, que também não mediu sacrifícios para vos abrir as portas da mansão da Paz.
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3ª. Dor - Perda do Menino Jesus

Amados filhos, procurai compreender esta minha imensa dor, quando perdi meu adorável Filho por três dias.
Sabia que meu Filho era o Messias prometido, que contas daria então a Deus do tesouro que me tinha sido entregue? Tanta dor e tanta agonia, e sem esperança de encontrá-lo!
Quando O achei no templo, no meio dos doutores, e lhe disse que me havia deixado três dias em aflição, eis o que Me respondeu: 'Eu vim ao mundo para cuidar dos interesses de meu Pai, que está no Céu'.
A esta resposta do meigo Jesus, emudeci e compreendi que sendo o Redentor do gênero humano assim devia proceder, fazendo sua Mãe, desde aquele instante, tomar parte na sua missão redentora, sofrendo pela Redenção do gênero humano!
Almas que sofreis, aprendei nesta minha dor a submeter-vos à vontade de Deus, que muitas vezes vos fere para proveito de um de vossos entes queridos.
Jesus me deixou por três dias em tanta angústia para proveito vosso. Aprendei Comigo a sofrer e a preferir a vontade de Deus à vossa. Mães que chorais, ao verdes os vossos filhos generosos ouvirem o chamamento divino, aprendei Comigo a sacrificar o vosso amor natural. Se vossos filhos forem chamados para trabalhar na vinha do Senhor, não abafeis tão nobre aspiração, como é a vocação religiosa. Mães e pais dedicados, ainda que vosso coração sangre de dor, deixai-os partir, deixai-os corresponder aos desígnios de Deus, que usa com eles de tanta predileção. Pais que sofreis, ofertai a Deus a dor da separação, para que vossos filhos, que foram chamados, possam ser na realidade bons filhos Daquele que os chamou. Lembrai-vos que vossos filhos a Deus pertencem e não a vós. Deveis criá-los para servir e amar a Deus neste mundo, e um dia no Céu O louvarem por toda a eternidade.
Pobres aqueles que querem prender seus filhos, abafando-lhes a vocação! Os pais que assim procedem podem levar seus filhos à perdição eterna e ainda terão que dar contas a Deus no último dia. Porém, protegendo suas vocações, encaminhando-os para tão nobre fim, que bela recompensa receberão estes pais afortunados! Ainda que aqui chorem de saudades e a separação lhes custe muitas lágrimas, eles serão abençoados! E vós, filhos prediletos que sois chamados por Deus, procedei como Jesus procedeu comigo: primeiramente obedecei à vontade de Deus, que vos chamou para habitar na sua casa, quando diz: 'Quem ama seu pai e sua mãe mais do que a mim não é digno de Mim'. Vigiai se, por causa de um amor natural, deixais de corresponder ao chamado divino!
Almas eleitas que fostes chamadas e sacrificastes as afeições mais caras e a vossa própria vontade para servir a Deus! Grande é vossa recompensa. Avante! sede generosas em tudo e louvai a Deus por terdes sido escolhidas para tão nobre fim.
Vós que chorais, pais, irmãos, regozijai-vos porque vossas lágrimas um dia converter-se-ão em pérolas, como as minhas se converteram em favor da humanidade.
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4ª. Dor - Doloroso encontro no caminho do Calvário

Amados filhos, contemplai e vede se há dor semelhante a esta minha, quando me encontrei com meu divino Filho no caminho do Calvário, carregando uma pesada cruz e insultado como se fosse um criminoso.
'É preciso que o Filho de Deus seja esmagado para abrir as portas da mansão da paz!' Lembrei-Me de suas palavras e aceitei a vontade do Altíssimo, que sempre foi a minha força em horas tão cruéis como esta.
Ao encontrá-lo, seus olhos me fitaram e me fizeram compreender a dor de sua alma. Não pôde Me dizer palavra, porém me fizeram compreender que era necessário que unisse a minha à Sua grande dor. Amados meus, a união de nossa grande dor neste encontro tem sido a força de tantos mártires e de tantas mães aflitas!
Almas que temeis o sacrifício, aprendei aqui neste encontro a submeter-vos à vontade de Deus, como Eu e meu Filho nos submetemos! Aprendei a calar-vos nos vossos sofrimentos.
No nosso silêncio, nesta dor imensa armazenamos para vós riquezas imensuráveis! As vossas almas hão de sentir a eficácia desta riqueza na hora em que, abatidos pela dor, recorrerdes a Mim, fazendo a meditação deste encontro dolorosíssimo. O valor do nosso silêncio se converte em força para as almas aflitas, quando nas horas difíceis souberem recorrer à meditação desta dor!
Amados filhos, como é precioso o silêncio nas horas de sofrimentos! Há almas que não sabem sofrer uma dor física, uma tortura de alma em silêncio; desejam logo contá-la para que todos o lastimem! Meu Filho e Eu tudo suportamos em silêncio por amor a Deus!
Almas queridas, a dor humilha e é na santa humildade que Deus edifica! Sem a humildade, trabalhareis em vão; vede pois como a dor é necessária para a vossa santificação.
Aprendei a sofrer em silêncio, como Eu e Jesus sofremos neste doloroso encontro no caminho do Calvário.
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5ª. Dor - Aos pés da Cruz
Amados filhos, na meditação desta minha dor encontrareis consolo e força para vossas almas contra mil tentações e dificuldades e aprendereis a ser fortes em todos os combates de vossa vida.
Vede-me aos pés da Cruz, assistindo à morte de Jesus, com a alma e meu coração transpassados com as mais cruéis dores!
Não vos escandalizeis com o que fizeram os judeus! Eles diziam: 'Se Ele é Deus, por que não desce da cruz e se livra a si próprio?!' Pobres judeus, ignorantes uns, de má fé outros, não quiseram crer que Ele era o Messias. Não podiam compreender que um Deus se humilhasse tanto e que a sua divina doutrina pregava a humildade. Jesus precisava dar o exemplo, para que seus filhos tivessem a força de praticar uma virtude, que tanto custa aos filhos deste mundo, que têm nas veias a herança do orgulho. Infelizes os que, à imitação dos que crucificaram a Jesus, ainda hoje não sabem se humilhar!
Depois de três horas de tormentosa agonia, meu adorável Filho morre, deixando-me a alma na mais negra escuridão! Sem duvidar um só instante, aceitei a vontade de Deus, e no meu doloroso silêncio, entreguei ao Pai minha imensa dor, pedindo, como Jesus, perdão para os criminosos.
Entretanto, quem me confortou nesta hora angustiosa? Fazer a vontade de Deus foi o meu conforto; saber que o Céu foi aberto para todos os filhos foi meu consolo! Porque Eu também no Calvário fui provada com o abandono de toda consolação!
Amados filhos, sofrer em união com os sofrimentos de Jesus encontra consolo; sofrer por ter feito o bem neste mundo, recebendo desprezos e humilhações encontra força.
Que glória para vossas almas, se um dia por amar a Deus com todo o vosso coração, fordes também perseguidos!
Aprendei a meditar muitas vezes nesta minha dor, que ela vos dará força para serdes humildes: virtude amada de Deus e dos homens de boa vontade.
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6ª. Dor - Uma lança atravessa o Coração de Jesus

Amados filhos, com a alma imersa na mais profunda dor, vi Longuinho transpassar o coração de meu Filho, sem poder dizer palavra! Derramei muitas lágrimas... Só Deus pode compreender o martírio desta hora, na alma e no coração!
Depois depositaram Jesus nos meus braços, não cândido e belo como em Belém... Morto e chagado, parecendo mais um leproso do que aquele adorável e encantador menino, que tantas vezes apertei ao meu coração!
Amados filhos, se Eu tanto sofri, não serei capaz de compreender vossos sofrimentos? Por que, então, não recorreis a Mim com mais confiança, esquecidos que tenho tanto valor diante do Altíssimo?
Porque muito sofri aos pés da cruz, muito me foi dado! Se não tivesse sofrido tanto, não teria recebido os tesouros do Paraíso em minhas mãos.
A dor de ver transpassar o Coração de Jesus com a lança, conferiu-me o poder de introduzir, neste amável Coração, a todos aqueles que a Mim recorrerem. Vinde a Mim, porque Eu posso vos colocar dentro do Coração Santíssimo de Jesus Crucificado, morada de amor e de eterna felicidade!
O sofrimento é sempre um bem para a alma. Ó almas que sofreis, regozijai-vos Comigo que fui a segunda mártir do Calvário! A minha alma e meu coração participaram dos suplícios do Salvador, conforme a vontade do Altíssimo, para reparar o pecado da primeira mulher! Jesus foi o novo Adão e Eu a nova Eva, livrando assim a humanidade do cativeiro no qual se achava presa.
Para corresponderdes porém a tanto amor, sede muito confiantes em Mim, não vos afligindo nas contrariedades da vida; ao contrário, confiai-Me todos os vossos receios e dores, porque Eu sei dar em abundância os tesouros do Coração de Jesus!
Não vos esqueçais, Filhos meus, de meditar nesta minha imensa dor, quando estiver pesada a vossa Cruz. Achareis força para sofrer por amor a Jesus que sofreu na Cruz a mais infame das mortes.
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7ª. Dor - Jesus é sepultado

Amados filhos, quanta dor, quando tive que ver sepultado meu Filho. A quanta humilhação meu Filho se sujeitou, deixando-se sepultar sendo Ele o mesmo Deus! Por humildade, Jesus submeteu-se à própria sepultura, para depois, glorioso, ressuscitar dentre os mortos!
Bem sabia Jesus o quanto Eu ia sofrer vendo-o sepultado; não me poupando quis que Eu também fosse participante na sua infinita humilhação!
Almas que temeis ser humilhadas, vede como Deus amou a humilhação! Tanto que deixou-se sepultar nos santos Sacrários, a esconder sua majestade e esplendor, até o fim do mundo! Na verdade, o que se vê no Sacrário? Apenas uma Hóstia Branca e nada mais! Ele esconde sua magnificência debaixo da massa branca das espécies de pão! Em verdade vos digo, não O admirais tanto quanto Ele merece, por Jesus assim Se humilhar até o fim dos séculos!
A humildade não rebaixa o homem, pois Deus Se humilhou até à sepultura e não deixou de ser Deus.
Amados filhos, se quereis corresponder ao amor de Jesus, mostrai-lhe que O amais, aceitando as humilhações. A aceitação da humilhação vos purifica de toda e qualquer imperfeição e, desprendendo-vos deste mundo, vos faz desejar o Paraíso.
Queridos filhos, apresentei-vos estas minhas sete Dores, não para queixar-me, mas somente para mostrar-vos as virtudes que deveis praticar, para um dia estar ao meu lado e ao lado de Jesus! Recebereis a glória imortal, que é a recompensa das almas que, neste mundo, souberam morrer para si, vivendo só para Deus!
Vossa Mãe vos abençoa e vos convida a meditar muitas vezes nestas palavras ditadas porque muito vos amo.

Do livro Nossa Senhora das Lágrimas
Pedidos: Caixa Postal 198 - São Carlos-SP - 13560-970

terça-feira, 12 de abril de 2011

Memória ao Padre Israel


Cristiano Oliveira e Padre Israel, na Fazenda Senhor Jesus (Lavras - MG) 20/07/2000.


O padre Israel Batista de Carvalho, de 62 anos, que mantinha um centro de recuperação para dependentes químicos na Fazenda Senhor Jesus, morreu na noite desta segunda-feira (11), em Lavras, no Sul de Minas. O padre lutava contra um câncer há mais de um ano e estava internado na Santa Casa da cidade.


O corpo está sendo velado na Matriz de Sant'Ana, no Centro. A cada uma hora e meia haverá uma missa nesta terça-feira (12). Os horários são: 10h, 11h30, 13h, 14h30, 16h, 17h30 e 19h. Na quarta-feira (13), às 9h30, tem uma missa de corpo presente, em seguida o enterro. O padre vai ser enterrado na fazendinha, local onde ele cuidava de cerca de 60 dependentes de álcool e drogas.


Padre Israel nasceu no Recife, em Pernambuco, e estava em Lavras há 28 anos. A Prefeita de Lavras, Jussara Menicucci, decretou luto oficial de três dias pela morte do padre.


Fonte: http://eptv.globo.com/noticias

domingo, 3 de abril de 2011

Um pouquinho de Olímpio Noronha


Praça Cel Joaquim Gomes Nogueira - Olímpio Noronha (MG)

As Gerais de Minas
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O que seria do Brasil sem as Gerais?
De tantas belezas naturais,
De suas reservas ambientais,
Com suas nascentes minerais,
Das riquezas e dos cafezais?
O que seria do Brasil sem as Gerais?
Dos patrimônios culturais,
Das cidades monumentais,
Das festas tradicionais,
Das comidas excepcionais,
Dos saborosos pães de queijo
E dos cheiros dos currais?
O que seria do Brasil sem as Gerais?
De Tiradentes com seus ideais,
Dos escritores imortais,
Dos presidentes nacionais
E da sua gente boa até demais?
Não precisa escrever mais
Se bem, que sei até demais,
Que não poderia ser outras Gerais,
Senão a minha querida Minas Gerais.

Autor desconhecido.

quinta-feira, 31 de março de 2011

As Incertezas dos tempos modernos

Leitura do cotidiano das mulheres modernas.


As incertezas dos tempos modernos

Despeço-me dos tempos de outrora por onde a vida, de tão submissa, ficava apenas dividida entre as obrigações do lar e da missa.
Despeço-me das palavras de ordens que comandavam os matrimônios, que impunham sobre os sonhos, imputando a liberdade e a quebra dos sinônimos das expressões de lealdade.
Digo adeus aos tempos de silêncio, de grito calado por não poder dizer aos meus, nem aos seus, uma palavra que fosse além dos imperativos ditados. Das lições gravadas, obrigadas e memorizadas, sem serem cunhadas na palma do coração.
Digo adeus aos tempos de proibição, sem poder ir, sem direito de vir, sem a mínima chance de possuir, os caminhos do porvir.
Despeço-me das longas jornadas trabalhadas, das tarefas programadas, das obrigações da casa, onde não se ganhava nada, a não ser o diploma de boa mulher, boa mãe, boa esposa. Do tempo que apenas valorizava os dotes culinários, os afazeres doutrinários. Dos dias rotineiros, sem piedade e sem dinheiro, em que a vida se resumia na filosofia em que o lugar da mulher era à beira da pia.
Deixo de lado, os conceitos de pecado que sempre proibiram a mulher de lutar, de deixar a casa e os filhos para poder trabalhar. Do tempo em que se dizia, que se casava para a vida inteira, sujeitada e violentada de sua necessidade primeira, de ser humanizada, amada e respeitada como mulher e não como propriedade alheia.
Entro num novo tempo, no tempo da revolução, do direito de dizer sim e do direito de dizer não. Do tempo do fim e do tempo da recriação. De ser mulher lutadora, mulher batalhadora, de ser mulher solteira, mulher guerreira e de ser mulher de oração.
Mulher de conceito, sem preconceito e de direito de ter razão. Mulher de filosofia e de harmonia, mulher de poesia, mulher de coração.
Entro neste tempo da boa palavra e da crítica, da mulher de ser política que pode gravar a sua história, nas páginas da humanização.
Entro para o trabalho, para gerenciar, não apenas ser dona do lar, mas da boa educação. Mulher da organização, perdida às vezes em meio a tanta obrigação, de ter que dizer a última palavra com garra e determinação, mas sem perder a delicadeza, a sutileza e a razão.
Venho preparada para os tempos modernos, às vezes com medo, às vezes com fé, guardando os segredos, lutando contra os hodiernos conceitos que apagam os desejos de ser apenas mulher.

Cristiano Oliveira

terça-feira, 29 de março de 2011

Clarice














Sobre a escrita

Meu Deus do céu, não tenho nada a dizer. O som de minha máquina é macio.

Que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la. Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade. A palavra é tão forte que atravessa a barreira do som. Cada palavra é uma idéia. Cada palavra materializa o espírito. Quanto mais palavras eu conheço, mais sou capaz de pensar o meu sentimento.

Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos. Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por um extrema simplicidade de linhas. Todas as palavras que digo - é por esconderem outras palavras.

Qual é mesmo a palavra secreta? Não sei é porque a ouso? Não sei porque não ouso dizê-la? Sinto que existe uma palavra, talvez unicamente uma, que não pode e não deve ser pronunciada. Parece-me que todo o resto não é proibido. Mas acontece que eu quero é exatamente me unir a essa palavra proibida. Ou será? Se eu encontrar essa palavra, só a direi em boca fechada, para mim mesma, senão corro o risco de virar alma perdida por toda a eternidade. Os que inventaram o Velho Testamento sabiam que existia uma fruta proibida. As palavras é que me impedem de dizer a verdade.

Simplesmente não há palavras.

O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo. Acho que o som da música é imprescindível para o ser humano e que o uso da palavra falada e escrita são como a música, duas coisas das mais altas que nos elevam do reino dos macacos, do reino animal, e mineral e vegetal também. Sim, mas é a sorte às vezes.

Sempre quis atingir através da palavra alguma coisa que fosse ao mesmo tempo sem moeda e que fosse e transmitisse tranqüilidade ou simplesmente a verdade mais profunda existente no ser humano e nas coisas. Cada vez mais eu escrevo com menos palavras. Meu livro melhor acontecerá quando eu de todo não escrever. Eu tenho uma falta de assunto essencial. Todo homem tem sina obscura de pensamento que pode ser o de um crepúsculo e pode ser uma aurora.

Simplesmente as palavras do homem.

Clarice Lispector

segunda-feira, 7 de março de 2011

Uma grande mulher


Hoje é dia muito especial

Falaremos da mulher

Do seu grande valor

Pelos gestos simples

Reconduzidos de amor


Mulher que luta

Que vence a dor

Não foge da labuta

Do medo e do destemor


Mulher do primeiro ato

Do princípio da criação

Mulher, força do parto

Mãe além do coração


Mulher que corre

Que reza aos pés da cruz

Mulher que não morre

Mulher, Mãe do Bom Jesus


Mulher progenitora

Do exemplo de educar

Sofredora, professora

Gestora, mãe do lar.


Mulher do campo

Mulher da cidade

Mulher do encanto

Das longas idades.


Mulher da terra

Mulher do céu

Mulher, mãe e pai

Mulher coração de mel

Mulher, afeto que nunca cai.

Mulher amor que encerra.


Cristiano Oliveira


Dia Internacional da Mulher

Tela: "Pedrelina" - Vendedora de Bananas

Mulheres serenas, promessas de nada.
mulheres de vento, de sopro divino,
mulheres de sonho, mulheres sentido,
mulheres da vida, melhor ter vivido...
Mulheres de tempo, em que tudo que havia fazia sentido,
mulheres que eu vejo, no sol de janeiro,
mulheres saídas de potes de vidro,
mulheres faceiras, as mais feiticeiras, melhor ter sorrido...

mulheres de tantos e tantos perigos,
mulheres de vinho e de vã harmonia,
mulheres convívio,
mulheres no cio, as mais parideiras, melhor ter nascido...

mulheres de luzes e de absinto,
mulheres que um dia sonhei colorido,
mulheres de santos, mulheres de igrejas,
as mais rezadeiras, melhor sacrifício

mulheres que um dia deitaram comigo,
mulheres tão lindas e de maior juízo,
mulheres de danças,
as tranças nos ombros, meus olhos caídos...

mulheres que fecham a vã poesia,
mulheres que o ouro não tem nem princípio,
mulheres de outono,
o seu abandono, melhor ter carinho...

mulheres de um tempo em que estive sozinho,
mulheres de riso abrindo janelas,
mulheres que sonham,
seu sono macio, melhor o seu ninho...

mulheres do dia e da noite, eternos,
mulheres que lutam, raízes na terra,
mulheres que as feras,
no meio da noite, não mais intimidam...

mulheres espera, no mar do abandono,
mulheres teares, tecendo seu linho,
mulheres tão loucas,
Seu beijo na boca, uma taça de vinho...

Vito Cesar

Feliz Dia Internacional da Mulher!

Fonte: http://www.declaracaodeamor.com/ler.php?id=486

quarta-feira, 2 de março de 2011

Dia da Oração


ORAÇÃO DO CAMINHANTE


Espere mais um pouco.

Acredite!

O tempo passa!

As flores caem.

Os frutos surgem.

A vida acontece.

O amor renasce.

O destino enfraquece.

Dê uma chance aos sonhos...

Lance esperança nos planos.

Regue o peito com a fé.

Reze!

Pense em Deus!

Deposite seus dias na oração.

Sinta paz!

Encontre a coragem, a luz e siga...

Continue o caminho.

Não se desespere com os espinhos.

Colha as rosas

Lance os perfumes

Purifique a alma

E Vá!

Deus guia teus passos

Todos os dias...

Cristiano Oliveira

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Moacyr Scliar morreu aos 73 em Porto Alegre

Moacyr Jaime Scliar nasceu em Porto Alegre (RS), no Bom Fim, bairro que até hoje reúne a comunidade judaica, a 23 de março de 1937, filho de José e Sara Scliar. Sua mãe, professora primária, foi quem o alfabetizou. Cursou, a partir de 1943, a Escola de Educação e Cultura, daquela cidade, conhecida como Colégio Iídiche. Transferiu-se, em 1948, para o Colégio Rosário, uma escola católica.

Em 1955, passou a cursar a faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre (RS), onde se formou em 1962. Em 1963, inicia sua vida como médico, fazendo residência em clínica médica. Trabalhou junto ao Serviço de Assistência Médica Domiciliar e de Urgência (SAMDU), daquela capital.

Publica seu primeiro livro, “Histórias de um Médico em Formação”, em 1962. A partir daí, não parou mais. São mais de 67 livros abrangendo o romance, a crônica, o conto, a literatura infantil, o ensaio, pelos quais recebeu inúmeros prêmios literários. Sua obra é marcada pelo flerte com o imaginário fantástico e pela investigação da tradição judaico-cristã. Algumas delas foram publicadas na Inglaterra, Rússia, República Tcheca, Eslováquia, Suécia, Noruega, França, Alemanha, Israel, Estados Unidos, Holanda e Espanha e em Portugal, entre outros países.

Em 1965, casa-se com Judith Vivien Oliven.

Em 1968, publica o livro de contos "O Carnaval dos Animais", que o autor considera de fato sua primeira obra.

Especializa-se no campo da saúde pública como médico sanitarista. Inicia os trabalhos nessa área em 1969.

Em 1970, freqüenta curso de pós-graduação em medicina em Israel, sendo aprovado. Posteriormente, torna-se doutor em Ciências pela Escola Nacional de Saúde Pública.

Seu filho, Roberto, nasce em 1979.

A convite, torna-se professor visitante na Brown University (Departament of Portuguese and Brazilian Studies), em 1993, e na Universidade do Texas, em Austin.

Colabora com diversos dos principais meios de comunicação da mídia impressa (Folha de São Paulo e Zero Hora). Alguns de seus textos foram adaptados para o cinema, teatro e tevê.

Nos anos de 1993 e 1997, vai aos EUA como professor visitante no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University.

Em 31 de julho de 2003 foi eleito, por 35 dos 36 acadêmicos com direito a voto, para a Academia Brasileira de Letras, na cadeira nº 31, ocupada até março de 2003 por Geraldo França de Lima. Tomou posse em 22 de outubro daquele ano, sendo recebido pelo poeta gaúcho Carlos Nejar.



" Quando um pai entusiasmado, ou uma professora entusiasmada, ou um amigo entusiasmo nos garante que a leitura de determinado livro é importante, temos dois tipos de motivação para a leitura: um é o livro propriamente dito, outro é o afeto que temos por esse pai, por essa professora, por esse amigo. Leitores formam uma irmandade, uma afetiva família. E isso é outro mérito do livro."

SCLIAR, Moacyr. Comprar Livros é uma coisa. Ler é outra (In) Do jeito que nós Vivemos: Editora Leitura. 2007, p. 27.

Cora Coralina

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