SEGUIDORES

quinta-feira, 24 de maio de 2012

APRENDA

Aprenda a ver a vida com os olhos da alma. Valorize seus dias, seu trabalho, seus amigos.
Aprenda a dar Bom Dia! Deseja sucesso, boa sorte e nunca se esqueça de dizer: Muito Obrigado!
Aprenda a ver o sol. Contemple o amanhecer. Levante cedo! Tenha o desejo de cantar com os pássaros partindo em busca dos seus sonhos.
Aprenda a parar no fim da tarde para ver o pôr do sol. Você precisa descansar ao término do dia. Ver o retorno das garças para o seu reduto.
Aprenda a andar anti-horário. Não é um retrocesso, nem perda de tempo. Sim, o momento de rever os passos.
Aprenda a agradecer a Deus pelas oportunidades e, valorizar as pessoas que contribuíram com sua caminhada.
Aprenda a olhar o mundo com mais amor, esperança e alegria, desta forma você estará plantando vidas.
Não fique preso aos rancores. Não queira entender o mistério da vida. Viva o presente! Faça planos! Realize suas tarefas!
Tenha desejos. Muitos amores. Não desperdice seu tempo. Conte as estrelas do céu.
Aprenda a esperar o fim de semana. Planeje suas diversões. Saia com os amigos. Mande cartas.
Se conseguires fazer apenas uma destas coisas, você conseguiu ser um pouco ser humano.

Crisjoli Fingal


terça-feira, 22 de maio de 2012

CONTEMPLAÇÃO


Teus medos, teus martírios são sensibilidade.

Tuas sombras caem ao vento com sobriedade.

Nada se perde! Tudo se esvai,

                                       lentamente...

Numa viagem que transforma a mente.

Crisjoli Fingal

sábado, 12 de maio de 2012

MÃE, REFLEXO DO AMOR DE DEUS


Mãe, palavra doce e de conforto, que jamais nos deixa solitários.

Mãe, expressão educativa que ensina o caminho correto da verdade e da justiça, sempre preocupada com a vida em retidão e, com o sucesso dos filhos.

Mãe é força da palavra amiga que não nos abandona. Palavra que conforta. Que cura as dores dos homens, nos momentos de angústias e de fraquezas.

Mãe é o reflexo do amor de Deus. Ama-nos incondicionalmente e, nos perdoa com o coração sempre aberto, para que possamos continuar a nossa caminhada, cada dia melhor.

Mãe é a lágrima que cai, quando o coração está lotado de dor e de sofrimento. É a lágrima que emociona quando os filhos superam os obstáculos e conquistam seus sonhos.

Mãe é a coragem ilimitada que nunca fracassa. Parece que não se cansa. Não tem medo dos obstáculos, quando à sua frente se encontram seus filhos.

Mãe é a vida. Vida que gestou outra vida. Vida abençoada! Vida na graça! Vida que foi bendita e que nos trouxe ao mundo.

Todos nós somos gratos aos gestos nobres e sublimes que nos tocaram em momentos difíceis da nossa vida; ensinando-nos que o amor é a única condição para podermos superar as dificuldades e limitações humanas.

Crisjoli Fingal

quarta-feira, 9 de maio de 2012

INTEGRAÇÃO DO PENSAMENTO



           Pensar a educação nos tempos atuais é uma tarefa árdua que exige muito mais do que um exercício racional, deve pensá-la a partir do coração. Os desafios pedagógicos são cada vez mais visíveis e difíceis e, vão surgindo a partir das exigências sociais e culturais, que norteiam a evolução global.
           O papel pedagógico dentro da escola deve pautar-se por uma compreensão de mundo que procure atender à criança em toda a sua constituição seja familiar, psicológica, afetiva e/ou comunitária.
           O pensamento é um instrumento pelo qual o ser humano modifica o seu mundo e o seu exterior. Este processo é complexo. Pensar é elaborar e organizar sínteses complexas de significados a partir de processos afetivos e cognitivos.
         No desenvolvimento da pessoa humana, enquanto detentora do conhecimento faz-se necessária a integração do pensar, sentir e agir, sempre focados numa mesma direção. A consciência da interdependência destes três aspectos pode ser a chave para compreensão de nós mesmos, da descoberta do novo mundo e de outras pessoas.

(Trecho da palestra: A interdependência do pensar, sentir e agir; integração dos aspectos cognitivos no desenvolvimento pedagógico, a partir da obra literária “O mágico de Oz”.
Prof. Cristiano Oliveira
            
            

sexta-feira, 27 de abril de 2012

OFÍCIO DE MADRIGAL



Dê uma olhadinha pela janela, dona Madrigal
A chuva vem descendo lá do alto da serra!
Vai correndo recolher a roupa no varal
Antes que os pingos d’água caiam na terra.

Recolhes teus caprichosos e brancos lençóis
Que aos ventos, aos poucos, já se secaram.
Olha nos campos a beleza dos girassóis
Em suas flores douradas, ao solo adornam.
          
Madrigal corra depressa antes da chuva chegar
Os girassóis já estão dançando em festa
E os lençóis no varal começam a se molhar

Pingos d’água que já estão se engrossando
Trazendo o cheiro da terra e da floresta.
Corra Madrigal, os lençóis já estão molhando.

Crisjoli Fingal 

terça-feira, 24 de abril de 2012

POETAS


Poetas se emocionam com olhar de uma criança,
  Com o cantar dos pássaros e
          com o vento nas árvores
  Com a beleza dos homens e
          com um pingo d’água
  Com o verde dos montes e
          com o perfume das flores

Poetas choram com a alma e se alegram com o silêncio
Rezam com a alma e caminham pelas madrugadas
Esperam por horas e dias, o desabrochar de uma flor
Só para ver o adeus do botão e a beleza encantada.

Poetas são seres quase invisíveis
que choram na dor e na alegria.
           Emocionam-se com a vida e
           com o despertar de um novo dia.
Sentem o mundo tão diferente, retalhado em demasia.
           (Melhor não ser poeta)
             ... se a dor que deveras sente
                            o poema não alivia.

Crisjoli Fingal

sexta-feira, 20 de abril de 2012

POR ENTRE MUROS E PAREDES



Ficamos presos nos “muros das lamentações” cotidianas que erguemos como proteção para resguardar nossas propriedades adquiridas com os conceitos e discursos hipócritas. Muros que fazem parte de uma sociedade politizadora com formas consideradas corretas e universalizantes. Uma sociedade delirante que prega o medo e a indiferença para com o outro.

 

Nossas paredes e nossos muros dividem o mundo politicamente correto, dentro de nossos valores com o mundo do outro; que quando não se encaixa com nossas reservas, fica à deriva.

 

Dividimos o mundo de nossas casas com as dos vizinhos e com as ruas incertas; ora agitadas, ora desertas no auge das madrugadas.

 

Pelas ruas transitam pessoas solitárias, atribuladas, estressadas e cheias de compromisso. Pessoas cansadas e com medo umas das outras; medo da violência, medo de tudo. Medo do incerto.

 

Por outro lado, há aquelas que têm carinho. Pessoas que tem fé. Que acreditam no amanhã. Que acreditam no ser humano. Pessoas que querem ver as paredes erguidas como forma de habitação. Paredes que protegem e que são sustentadas por vigas de uma amizade solidificada nos valores humanos. Paredes que não são apenas divisoras de dois mundos, mas que são capazes de guardar as telas mais belas da vida; nossa verdadeira imagem.

Crisjoli Fingal

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