sábado, 17 de março de 2012

OUTONO

Cheiro de outono na terra molhada
Perfume adocicado da flor da madrugada
Pingos d’água na relva verdejante
Raios de sol em seu levante
Alvorada matinal das aves em vôo rasante
Minuto de silêncio!
Meu suspiro ofegante

Crisjoli Fingal

3 comentários:

Alexandre disse...

Olha, Olha...valeu a pena esperar! Lindo poema!!!
Estação propícia às palavras;
Parabéns, soube usá-las!
Abração

Antonio Rubilar B. Valente disse...

Amigo Cris!Acabo de postar em meu blog um pedido singelo aos amigos.Me perdoe se este comentário é "colado", mas tenho certeza que você saberá entender que agora "corro contra o tempo" para saber o TEMPO de cada um de vocês.Aproveito para desejar-lhe um ótimo domingo e um começo de semana abençoado e de muita paz.Estou lhe aguardando em meu blog!
Fique com Deus!Abraço amigo, "Rubi".

Rita Elisa Seda disse...

Cristiano, seu poema tem cheiro de terra molhada, tem lembranças das Gerais, tem o silêncio puro de uma gota d'água. Parabéns!

Cora Coralina

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