sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

CADEIRA DE BALANÇO

Cadeira de balanço
Ao fundo na varanda
Dá-me o descanso
Recordando minha ciranda

Cadeira da minha vida.
Pra horas do meu lazer
Com o olhar pra avenida
Vendo gente a correr.

Amiga minha, ó cadeira
Onde posso me repousar
Esculpida na madeira
Na varanda a me esperar.





Crisjoli Fingal

2 comentários:

wcastanheira disse...

Belo poema, leva a um pensar, a um meditar profundo, pra vc um abraço do tio Castanha

Crisjoli Fingal disse...

Que bom Castanheira. A vida merece uma cadeira de balanço. Abraços.

Cora Coralina

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